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Política Terça-feira, 20 de Outubro de 2026, 11:12 - A | A

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OPERAÇÃO DA GAECO

Operação contra compra de votos tem vereadores como alvos em Várzea Grande; veja quem são

Além dos vereadores, operação também tem como alvos servidores da Câmara; não há mandados de prisão.

G1 /MT

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Quinze vereadores foram alvos, nesta terça-feira (20), de uma operação que investiga supostas compras de votos para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

Dentre os alvos, treze são de Várzea Grande e dois de Cuiabá. Além dos parlamentares, a operação também tem como alvos uma diretora financeira da Câmara e um secretário legislativo. Veja os nomes abaixo:

Raul Curvo (Republicanos)
Cilço da Cruz (PV)
Braz Jaciro (PSDB)
Alecsand Moreira (MDB)
Wender Silva (Republicanos)
Denival Galibert (PSB)
Miguel Angel (Cidadania)
Lucélia Oliveira (AGIR)
Kleberton Feitoza (PSB)
Emerson César (PP)
Wanderley Cerqueira (MDB)
Gisa Barros (Podemos)
Rogerinho Dakar (PSDB)
Ilde Taques (Podemos) - vereador de Cuiabá
Alex Rodrigues (PV) - vereador de Cuiabá
Lorineide Aparecida Trindade - diretora financeira
Samir Katumata - secretário legislativo

Já a Câmara Municipal de Cuiabá informou em nota que acompanha os desdobramentos da operação e ressaltou que eventuais condutas individuais devem ser apuradas pelas autoridades competentes e não representam o posicionamento ou a atuação institucional do Legislativo.

O que disseram os alvos?
Em nota, o vereador Ilde Taques informou que recebeu com tranquilidade o cumprimento do mandado de busca e apreensão. Ele negou ter relação com articulações políticas, muito menos ilegais, envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.

Rogerinho Dakar afirmou que não participou da votação da Mesa Diretora porque, na época, atuava como diretor do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Ele disse ter disponibilizado aos investigadores documentos sobre sua atuação no órgão, defendeu a transparência da gestão e afirmou estar à disposição para prestar esclarecimentos.

Raul Curvo disse ter sido surpreendido pela operação e afirmou que não teve acesso à decisão judicial. Segundo ele, o celular foi entregue aos policiais.

O vereador também negou ter sofrido ameaças relacionadas à eleição da Mesa Diretora e defendeu a liberdade de voto.

Miguel Junior afirmou estar tranquilo e defendeu a investigação pelas autoridades. Segundo ele, a operação estaria relacionada a uma confraternização realizada antes da eleição, na chácara do pai dele. O vereador negou ter cometido irregularidades.

A assessoria de imprensa de Kleberton Feitoza informou que o vereador está internado após sofrer um acidente e, por isso, não irão emitir um posicionamento.

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