Nesta segunda-feira, 13 de outubro de 2025, o grupo Hamas libertou os 20 reféns israelenses que ainda estavam sob seu poder. A ação faz parte de um acordo de cessar-fogo com Israel, que prevê também a libertação de mais de 1.900 prisioneiros palestinos.
Os reféns foram entregues à Cruz Vermelha e levados de volta a Israel, enquanto ônibus com prisioneiros palestinos seguiram para Ramallah, na Cisjordânia, e para a Faixa de Gaza.
O acordo inclui ainda a ampliação do envio de ajuda humanitária à população de Gaza, que enfrenta uma grave crise após anos de guerra, fome e destruição.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, descreveu a libertação como um “momento de alegria indescritível” e destacou o esforço internacional para alcançar o acordo.
O presidente israelense Isaac Herzog anunciou que concederá uma medalha de reconhecimento a Donald Trump, que participou das negociações.
Entre os libertados estão Bar Abraham Kupershtein, Evyatar David, Yosef-Chaim Ohana, Segev Kalfon e Omri Miran.
O Hamas também prometeu devolver os corpos de 28 reféns mortos durante o conflito.
As cenas de reencontros emocionaram o país e foram transmitidas ao vivo em praças e canais de TV.
Apesar do alívio, especialistas alertam que a libertação não encerra o conflito, mas abre uma nova etapa de incertezas sobre o futuro de Gaza, o papel do Hamas e as perspectivas de paz duradoura na região.




















